António Pedro Vasconcelos é o padrinho do Figueira Film Art

«Começamos a sentir o efeito de bola de neve no que se refere à notoriedade que o festival começa a granjear por esse mundo fora». Palavras de Luís Albuquerque, o rosto mais visível da 3.ª edição do Figueira Film Art, que decorre de 29 de Agosto a 4 de Setembro e já tem para concurso 188 filmes de países como Portugal, Estados Unidos, Brasil, Rússia, Singapura, Índia, Japão, Peru, Japão e muitos outros. Todavia, salienta que este «ainda não é o festival pretendido, pois muito há a corrigir e a melhorar», apesar de estar convencido que «estamos a um pequeno passo de voltar a chamar-lhe Festival Internacional de Cinema». Com um orçamento de cerca de 50 mil euros, um apoio financeiro (além do logístico) de 2.500 euros por parte da Câmara Municipal (igual ao do ano passado), o festival vai manter as mesmas categorias cinematográficas dos anos anteriores (longas e curtas metragens, ficção documental e videoclip). A categoria “Escolas”, atendendo ao sucesso do ano passado, vai ser extensível a todos os países, uma vez que já receberam 22 filmes para esta categoria, incluindo seis portugueses. O júri será composto por cinco personalidades ligadas à sétima arte e presidido novamente pelo realizador Andresj Kowalski.

in “Diário de Coimbra

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